sexta-feira, 28 de agosto de 2009

MÊS DA BÍBLIA


SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA

Toda a bíblia é palavra de Deus, que semeada em solo fértil produz fruto em abundância.
Que neste mês, possamos nos voltar para a Palavra de Deus com coração aberto para receber, ouvir e viver aquilo que Deus tem planejado para nós.


PARA REFLETRIR!

O DÍZIMO NA BÍBLIA

Desde o início da bíblia, percebemos o ser humano agradecido oferecendo para Deus o fruto do seu trabalho. Caim e Abel entregaram uma parte do que tinham (Gn 4,4), Noé faz um sacrifício para o senhor depois do dilúvio e Abraão entrega seu dízimo para Melquisedec, rei de Salém (Gn 14, 1-24). Moisés prescreve: “Todos os dízimos da terra, tomados das sementes do solo ou frutos das árvores são propriedades do Senhor” (Lv 27,30). “Porás à parte o dízimo de todo fruto de tuas semeaduras, de tudo o que teu campo produzir cada ano” (Dt 14,22), “Tragam o dízimo completo para o templo... façam essa experiência comigo... e verão se não derramo sobre vocês minhas bênçãos” (Dt 3,10).

Seja você também um dizimista.

Pastoral do Dízimo – Paróquia Santa Rita de Cássia

quinta-feira, 28 de maio de 2009

SANTA RITA DE CÁSSIA, Rogai por nós!

TESTEMUNHO DE FÉ
PROCISSÃO E MISSA SOLENE EM HONRA A SANTA RITA DE CÁSSIA





















SANTA RITA DE CÁSSIA, Rogai por nós!


ORAÇÃO

Oh! Santa Rita, filha obediente, esposa amável de um homem difícil, mãe paciente de filhos indomáveis, irmã bondosa e compreensiva das religiosas do convento, mulher sofredora e fiel a
Jesus, modelo de vida para todas as famílias, dignai-vos mostrar aqui vosso auxílio poderoso. Vós conheceis a humanidade e seu sofrimento. Vós sabeis também das minhas necessidades e do pedido que venho depositar a vossos pés, confiando na vossa poderosa intercessão junto a Deus. Concedei-me a graça mais importante: A de viver sempre na amizade de Deus e com os irmãos, ouvindo a Palavra do Evangelho, participando dos Sacramentos, crescendo na Fé e na vida de Comunidade. Inúmeras pessoas ajudastes, em casos desesperados e quase impossíveis, tornando-se assim um refúgio seguro para todos os que rezam com fé. Não esqueçais meu fervoroso pedido, vós que, como ninguém, tivestes o privilégio de se identificar com Cristo no mistério da cruz. Ajudai-me a carregar a minha cruz e a seguir com coragem o meu caminho. Oh! poderosa Santa Rita, sede minha protetora. Amém

SANTA RITA DE CÁSSIA, Rogai por nós: Oração


Quinze Quintas-feiras de Santa Rita

Rezar durante as 15 quintas feiras as seguintes jaculatórias, seguidas das orações:

1.Oh poderosa Santa Rita, advogada de toda causa urgente, ouve com benevolência as súplica de um coração angustiado e obtém me a graça de que necessito.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.
2. Oh poderosa Santa Rita, advogada dos casos desesperados, certo do poder de sua proteção, recorro a ti.Abençoa a firme esperança de obter pela tua intercessão a graça de que necessito.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.
3. Oh poderosa Santa Rita, socorro da última hora, a ti recorro com fé e amor, como meu último refúgio nessa ocasião. Intercede por mim, e eu te bendirei por toda a eternidade.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

Oração
Ó poderosa e gloriosa Santa Rita, chamada Santa dos Impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e da desesperação, com toda a confiança no vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus, a Vós recorro no caso difícil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu coração. Obtende-me a graça que desejo, pois, sendo-me necessária a quero. Apresentada por vós a minha oração, o meu pedido, por vós que sois tão amada por Deus, certamente serei atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na terra e no céu a divina misericórdia.


Rezar 1 Pai-nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.

22 DE MAIO "DIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA"



As atividades comemorativas foram maravilhosas, os preparativos não possibilitaram postagens, mas nunca é tarde para Agradecermos a Deus venerando Santa Rita de Cássia, serva que soube amar, resignar-se e temer a Deus.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA


NESTA SEXTA-FEIRA DIA 1 MAIO DE 2009, MISSA E PROCISSÃO NA CAPELA SANTA ZITA EM HONRA A SANTA ZITA.
A MISSA SERÁ CELEBRADA PELO BISPO DOM BENEDITO E PADRE LUIZ FURINI ÁS 19:00 h
PROCISSÃO ÀS 18:30 h
VENHAM PARTICIPAR CONOSCO
CAPELA SANTA ZITA: Rua Manoel Ragne, 59 Vila Angélica - Pres. Prudente

sábado, 25 de abril de 2009

27 DE ABRIL: DIA DE SANTA ZITA


Zita foi empregada doméstica durante trinta anos em Luca, na Itália. Hoje em dia, as comunidades de baixa renda sofrem grande injustiça social, principalmente quando trabalham em serviços domésticos, como ela, mas no século XIII as coisas eram bem piores. Zita nasceu em 1218, no povoado de Monsagrati, próximo a Luca, e, como tantas outras meninas, ela foi colocada para trabalhar em casa de nobres ricos. Era a única forma de uma moça não se tornar um peso para a família, pobre e numerosa. Ela não ganharia salário, trabalharia praticamente como uma escrava, mas teria comida, roupa e, quem sabe, até um dote para conseguir um bom casamento, se a família que lhe desse acolhida se afeiçoasse a ela e tivesse interesse em vê-la casada. Zita tinha apenas doze anos quando isso aconteceu. E a família para quem foi servir não costumava tratar bem seus criados. Ela sofreu muito, principalmente nos primeiros tempos. Era maltratada pelos patrões e pelos demais empregados. Porém agüentou tudo com humildade e fé, rezando muito e praticando muita caridade. Aliás, foi o que tornou Zita famosa entre os pobres: a caridade cristã. Tudo que ganhava dos patrões, um pouco de dinheiro, alimentos extras e roupas, dava aos necessitados. A conseqüência disso foi que, em pouco tempo, Zita dirigia a casa e comandava toda a criadagem. Conquistou a simpatia e a confiança dos patrões e a inveja de outros criados. Certa vez, Zita foi acusada de estar dando pertences da despensa da casa para os mendigos, por uma das criadas que invejavam sua posição junto aos donos da mansão. Talvez não fosse verdade, mas dificilmente a moça poderia provar isso aos patrões. Assim, quando o patriarca da casa perguntou o que levava escondido no avental, ela respondeu: "são flores", e soltando o avental uma chuva delas cobriu os seus pés. Esta é uma de suas tradições mais antigas citadas pelos seus fervorosos devotos. A sua vida foi uma obra de dedicação total aos pobres e doentes que durou até sua morte, no dia 27 de abril de 1278. Todavia, sua interferência a favor deles não terminou nesse dia. O seu túmulo, na basílica de São Frediano, conserva até hoje o seu corpo, que repousa intacto, como foi constatado na sua última exumação, em 1652, e se tornou um lugar de graças e de muitos milagres comprovados e aceitos. Acontecimentos que serviram para confirmar sua canonização em 1696, pelo papa Inocêncio XII. Apesar da condição social humilde e desrespeitada, a vida de santa Zita marcou de tal forma a história da cidade que ela foi elevada à condição de sua padroeira. E foi uma vida tão exemplar que até Dante Alighieria a cita na Divina Comédia. O papa Pio XII proclamou-a padroeira das empregadas domésticas.

MILAGRE DOS CORPOS INCORRUPTOS

No livro do Eclesiastes, se lê esta frase: 'Lembra-te que és pó. E ao pó retornarás'. Além de lembrar ao homem sua condição perecível e transitória, esta sentença recorda a aniquilação física, a decomposição do organismo, após a morte. A realidade é constatada quase universalmente. Digo quase universalmente, por se darem exceções, embora raríssimas, de não decomposição física. Exceção esta conhecida pelo nome de Incorrupção.
A Incorrupção é a preservação do corpo humano da deteriorização que comumente afeta todo organismo poucos dias após a morte. É evidente que são excluídas as mumificações, as saponificações e outros processos químicos de preservação dos corpos dos mortos; pois seriam incorrupções artificiais.

Santa Rita de Cássia e Santa Zita, são exemplos do Milagre do Corpo Incorrupto


SANTA RITA DE CÁSSIA: seu corpo continua conservado e intacto até hoje.

Qualquer pessoa pode contemplar Santa Rita na Igreja do Convento de Cássia, dentro de um relicário de cristal. Depois de tantos anos, seus membros ainda têm flexibilidade e pela expressão do rosto, parece estar dormindo.


SANTA ZITA : seu corpo também continua intacto na Basílica de San Frediano em Lucca.
Uma vez por ano o Corpo Incorrupto de Santa Zita pode ser tocado por seus devotos.

Santa Rita de Cássia e Santa Zita, rogai por nós!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

SANTA ZITA

BASÍLICA EM SAN FREDIANO-LUCCA

Onde conserva-se até hoje o corpo de Santa Zita, que repousa intacto, como foi constatado na sua última exumação, em 1652, a Basílica se tornou um lugar de graças e de muitos milagres comprovados e aceitos.


OFERENDAS


A TEOLOGIA DAS OFERENDAS


Tudo isso explodiu no Cristianismo sem dificuldades ou óbices de qualquer espécie. Cristo nunca se referiu à fundação de nova religião, nem insinuou uma vez sequer uma separação do judaísmo.

Os Apóstolos e os primeiros cristãos continuaram freqüentando o templo e as cerimônias litúrgicas dos judeus (Lc 24,53; At 2,46; 3,1 etc.). O próprio Jesus dissera:

"Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas dar-lhes pleno cumprimento, porque em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um "iota", nem um "til" da Lei, sem que tudo seja realizado" (Mt 5,17-18).

Por causa dessa afinidade e continuidade, todo o aculturamento religioso que não conflitava com a doutrina de Cristo penetrou nos rituais litúrgicos da Igreja. Principalmente na Fração do Pão, a Eucaristia, de que os sacrifícios israelitas eram "figura" (1 Cor 10,6.11; Rm 15,4; Hb 9,24; Gl 4,24-26):

"Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue é verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6,56).

"...Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: 'Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isto em memória de mim.' Do mesmo modo, após a ceia, também tomou o cálice, dizendo: 'Este cálice é a nova aliança em meu sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de mim" (1 Cor 11,23-25).


Jesus se apresenta como a vítima, a própria oferenda, a essência de todo o sacrifício e desde o Antigo Testamento fonte da comunhão do Homem com Deus. Quando anuncia a Ceia Eucarística (Jo 6) os judeus arrepiam-se ao ouvirem-no falar em "comer a sua carne" e "beber o seu sangue".


Compreenderam, aculturados tal como seus antepassados, que Jesus seria a vítima ou hóstia do sacrifício (Jo 6,69). Da mesma forma sentiram profunda aversão, culturalmente comprometidos, com a modificação em "beber o sangue", o que lhes fora sempre vedado (Lv 12,16.23). O sangue era considerado "a sede da vida":

"Porque a vida da carne está no sangue. E este sangue eu vo-lo tenho dado para fazer o rito de expiação sobre o altar, pelas vossas vidas; pois é o sangue que faz a expiação pela vida" (Lv 17,11).

Já os primeiros cristãos compreenderam que o sacrifício que lhes era entregue era o de comunhão, pois dele comeriam todos, tal como na refeição sagrada, e ao "beberem o sangue" beberiam a "Vida de Cristo". Tanto é assim que São Paulo o compara com os sacrifícios pagãos distinguindo-os do sacrifício israelita (1 Cor 10,14-20). Destaca além do caráter sacrificial dele, também o caráter sacramental pela "comunhão com o corpo e com o sangue do Senhor" (1 Cor 10,16), dEle recebendo a vida divina, a graça:

"Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, também aquele que de mim se alimenta viverá por mim..." (Jo 6,57).

Receber a Vida de Cristo é santificar-se, "cumprindo em plenitude o que os sacrifícios antigos prefiguravam" (Hb 9,9-14). Jesus vincula o seu sacrifício à Aliança do Sinai (Ex 24,8), "cumprindo-a" (MT 5,17-18):

"Este é o Cálice da Nova Aliança em meu Sangue..." (! Cor 10,25).

"Este é o Sangue da Aliança que Iahweh fez conosco..." (Ex 24,8).

Assim, cada vez que se celebra a Eucaristia e se come e se bebe o corpo e o sangue do Senhor, o sangue dEle é aspergido em todo o "corpo místico de Cristo", a Igreja (Ef 1,22-23; Col 1,18), "santificando-o". "Perpetua" a Aliança de Moisés (Ex 24,8) e o "sacrifício da cruz" (Sacrosanctum Concilium n.º 47). Jesus é o "Santo de Deus" (Jo 6,69).


Não há um só elemento “em figura” nos sacrifícios israelitas que não esteja “em plenitude” no Sacrifício da Eucaristia. Para Ela é que se convergem, da mesma forma, as oferendas, não mais como a herança de uma tribo ou sacerdotal, mas a herança do Corpo Místico de Cristo em toda a plenitude. É também, até mesmo pela simples entrega delas, a unificação de todos, material e es-piritualmente, santificando-se na oferenda consagrada, ao comer cada um e todos a hóstia (=vítima) santa, antecipando-se o Banquete Messiânico (Lc 22,18; 1 Cor 11,26) da Comunidade Eclesial en-tão formada, pela manducação do Corpo do Senhor. Jesus é a própria oferenda, não como entre os Israelitas onde Deus se significava nela para alimentar uma tribo; agora é o próprio Jesus Res-suscitado, o Filho de Deus Vivo, o Santo de Deus, que alimenta o Seu Próprio Corpo, unificando-O e santificando-O:

"Já que há um só pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, visto que todos participamos desse único pão ... aqueles que comem as vítimas sacrificadas não estão em comunhão com o altar?" (1 Cor 10,17).

Com as oferendas depositadas no altar durante o Ofertório, na consagração da hóstia, atinge-se a comunhão com Deus e com os irmãos, no Corpo Místico de Cristo e recebendo o próprio Cristo, no corpo e sangue, o cristão volta a refletir a "imagem de Deus" perdida pelo pecado:

"E nós que, com a face descoberta refletimos como num espelho a Glória do Senhor, somos transfigurados nessa mesma imagem, cada vez mais resplandecente, pela ação do Senhor, que é Espírito" (2 Cor 3,18).

De tudo o que foi exposto conclui-se que a oferenda é um culto a Deus, a participação do “trabalho humano”, tal como se diz no início da Missa, na constituição material da vítima (=hóstia) consagrada, a oferenda santa por excelência, o próprio Corpo e Sangue de Cristo, a essência do sacrifício, a unificação, centro e ápice da comunhão e santificação da Igreja, em plenitude. Com a oferenda se participa na Obra de Santificação de todo o mundo pela santificação de uma parte. É ser vítima consagrada com Cristo, em união plena e indissolúvel. Faz-se parte de toda a atividade da Igreja tal como o Catecismo enseja, participando de toda a satisfação das “necessidades dela, de forma que ela possa dispor do necessário para o culto divino, para as obras apostólicas e de caridade e para a honesta sustentação de seus ministros”. Além de vítima ou hóstia o fiel deve ter consciência da sua participação também em todo ato litúrgico, tanto nos demais sacramentos, onde está presente materialmente com o fruto dos rendimentos de seu trabalho, bem como em toda e qualquer obra da ou ato Igreja, sem outro interesse que a comunhão com Deus, nunca a espera de qualquer recom-pensa ou fortuna. Não é um negócio que faz com Deus, é um ato litúrgico, um culto.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Discípulos de Emaús em Prosa e Verso


OS DISCÍPULOS DE EMAÚS


Dois discípulos seguiam

Com destino a Emaús.

Na caminhada falavam;

Sobre a morte de Jesus.


Sobre os Filho de Deus Pai

Que naquela cruz morreu.

Eles não se conformavam

Com o que aconteceu.


Eles iam caminhando

E conversando sem parar.

Nem perceberam o andarilho

Que a eles foi se ajuntar.


Sobre o que eles conversavam,

O andarilho perguntou.

— Então não estás sabendo?

Cléofas o indagou.


— Contem-me o ocorrido.

Também desejo saber

Tudo o que aconteceu.

Alguém pode me dizer?


— És o único na terra

Que diz não saber de nada;

Que mataram o Nazareno

Na Sexta ferira passada.


Ele que foi um profeta

Poderoso, em palavras e ação;

A esperança de Israel

Para a sua salvação.


Nosso sumo sacerdote

Sem piedade o entregou

Pra ser condenado à morte

Na cruz, que ele próprio carregou


Depois que Jesus morreu

Seu corpo foi sepultado.

Mas disseram que o sepulcro

Vazio foi encontrado!


Cadê o corpo de Jesus?

— As mulheres perguntaram -

Foi quando os anjos de branco

A elas então falaram:


Jesus Cristo, o Nazareno,

Que aqui foi sepultado.

Como dizem as Escrituras,

Ele foi ressuscitado.


Seu corpo irá para o céu

Pra ficar junto de Deus.

Não procurem entre os mortos

Aquele que não morreu.


O andarilho ouviu

Pra depois então falar:

— O que os profetas falaram

Vocês devem acreditar.


Para entrar na sua glória

Foi que o Messias sofreu.

Os profetas profetizaram

Tudo o que aconteceu.


As passagens da Escritura

Que sobre Jesus falavam

Aquele pobre andarilho

Para os dois homens contava.


Quando perto do povoado

Aqueles homens chegaram,

O andarilho foi andando...

Quando eles o convidaram:


— Fica conosco, amigo,

Já é tarde e a noite vem.

Andar por aí sozinho

É coisa que não convém!


Já que eles insistiram,

O amigo entrou pra ficar.

Sentou-se à mesa com eles

Para se alimentar.


Abençoou o pão e ao parti-lo,

— Como num raio de luz —

Os olhos deles se abriram

E viram que era Jesus.


Jesus tomando o pão

Com eles o repartiu.

Na frente dos olhos deles

O Senhor Jesus sumiu.


Naquele instante, os dois homens

Da mesa se levantaram.

Pra contar aos seus amigos,

À Jerusalém voltaram.


E quando lá chegaram

Cléofas tudo contou.

E todos juntos aclamaram:

Jesus, nosso Rei, ressuscitou!


Creditos: Antônio Oliveira (Paraibuna SP)

"Dízimo: Ato de Fé e Amor"


O MENINO E A MOEDA

Um homem resolveu construir um muro. Depois que o muro ficou pronto sobrou um monte de entulho. O homem convidou um menino para remover aquele resto de obra. Combinou pagar a quantia de R$ 10,00. Era serviço para poucas horas. O serviço foi concluído em menos de 3 horas e o pagamento foi feito com uma nota de R$ 5,00 e cinco moedas de R$ 1,00. Mostrando alegria por ter recebido o seu pagamento, o menino colocou nos bolsos da frente da velha bermuda que usava, a nota e quatro moedas, no bolso de trás colocou a outra moeda. Curioso com o fato, o homem perguntou ao menino porque havia separado aquela moeda. Demonstrando muita consciência e segurança, respondeu o menino:


“-O padre da minha Igreja leu na Bíblia que de tudo que a gente recebe, 10% é de Deus e que devemos devolver a Ele como Dízimo. Esta moeda é a parte de Deus que vou levar para a minha Igreja”.

Páscoa


DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR


HOMILIA DO PAPA BENTO XVI


Domingo de Páscoa 12 de Abril de 2009

Amados irmãos e irmãs!


«Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imolado» (1 Cor 5, 7): ressoa hoje esta exclamação de São Paulo que ouvimos na segunda leitura, tirada da primeira Carta aos Coríntios. É um texto que remonta apenas a uns vinte anos depois da morte e ressurreição de Jesus e no entanto – como é típico de certas expressões paulinas – já encerra, numa síntese admirável, a plena consciência da novidade cristã. Aqui, o símbolo central da história da salvação – o cordeiro pascal – é identificado em Jesus, chamado precisamente «o nosso cordeiro pascal». A Páscoa hebraica, memorial da libertação da escravidão do Egipto, previa anualmente o rito da imolação do cordeiro, um cordeiro por família, segundo a prescrição de Moisés. Na sua paixão e morte, Jesus revela-Se como o Cordeiro de Deus «imolado» na cruz para tirar os pecados do mundo. Foi morto precisamente na hora em que era costume imolar os cordeiros no Templo de Jerusalém. O sentido deste seu sacrifício tinha-o antecipado Ele mesmo durante a Última Ceia, substituindo-Se – sob os sinais do pão e do vinho – aos alimentos rituais da refeição na Páscoa hebraica. Podemos assim afirmar com verdade que Jesus levou a cumprimento a tradição da antiga Páscoa e transformou-a na sua Páscoa.
A partir deste novo significado da festa pascal, compreende-se também a interpretação dos «ázimos» dada por São Paulo. O Apóstolo refere-se a um antigo costume hebraico, segundo o qual, por ocasião da Páscoa, era preciso eliminar de casa todo e qualquer resto de pão fermentado. Por um lado, isto constituía uma recordação do que tinha acontecido aos seus antepassados no momento da fuga do Egipto: saindo à pressa do país, tinham levado consigo apenas fogaças não fermentadas. Mas, por outro, «os ázimos» eram símbolo de purificação: eliminar o que era velho para dar espaço ao novo. Agora, explica São Paulo, também esta antiga tradição adquire um sentido novo, precisamente a partir do novo «êxodo» que é a passagem de Jesus da morte à vida eterna. E dado que Cristo, como verdadeiro Cordeiro, Se sacrificou a Si mesmo por nós, também nós, seus discípulos – graças a Ele e por meio d’Ele –, podemos e devemos ser «nova massa», «pães ázimos», livres de qualquer resíduo do velho fermento do pecado: nada de malícia ou perversidade no nosso coração.
«Celebremos, pois, a festa (…) com os pães ázimos da pureza e da verdade»: esta exortação de São Paulo, que conclui a breve leitura que há pouco foi proclamada, ressoa ainda mais forte no contexto do Ano Paulino. Amados irmãos e irmãs, acolhamos o convite do Apóstolo; abramos o espírito a Cristo morto e ressuscitado para que nos renove, para que elimine do nosso coração o veneno do pecado e da morte e nele infunda a seiva vital do Espírito Santo: a vida divina e eterna. Na Sequência Pascal, como que respondendo às palavras do Apóstolo, cantámos: «Scimus Christum surrexisse a mortuis vere – sabemos que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos». Sim! Isto é precisamente o núcleo fundamental da nossa profissão de fé; é o grito de vitória que hoje nos une a todos. E se Jesus ressuscitou e, por conseguinte, está vivo, quem poderá separar-nos d’Ele? Quem poderá privar-nos do seu amor, que venceu o ódio e derrotou a morte?
O anúncio da Páscoa propaga-se pelo mundo com o cântico jubiloso do Aleluia. Cantemo-lo com os lábios; cantemo-lo sobretudo com o coração e com a vida: com um estilo «ázimo» de vida, isto é, simples, humilde e fecundo de obras boas. «Surrexit Christus spes mea: / precedet vos in Galileam – ressuscitou Cristo, minha esperança / precede-vos na Galileia». O Ressuscitado precede-nos e acompanha-nos pelas estradas do mundo. É Ele a nossa esperança, é Ele a verdadeira paz do mundo. Amen.


Para Refletir...


A Igreja Católica e suas festas nem sempre religiosas - 28 Jul 2008


Dom Redovino Rizzardo (709 leituras)


No dia 8 de julho, recebi uma carta de um leigo cristão de nossa Diocese, questionando o uso de bebida alcoólica nas festas promovidas pela Igreja. Transcrevo-a sinteticamente:«Há duas semanas, entrou em vigor a lei 11.705, que altera o CTB em relação ao uso do álcool. Ontem, durante o encontro do nosso grupo de reflexão, surgiu um questionamento sobre a posição da Igreja diante do consumo de bebida alcoólica nas festas religiosas.Hoje, nos deparamos com um fato novo, que é a vigência da nova lei, a qual, no primeiro momento, já demonstrou os seus benefícios Como procederá a Igreja diante deste fato novo? Continuará a promover suas festas servindo bebidas alcoólicas?Uma das festas de grande expressão em nossa cidade é a de São Cristóvão (padroeiro dos motoristas), justamente aqueles a quem a lei vem regulamentar o comportamento quanto à utilização do álcool. Como católico praticante, rezo para que, um dia, todas as nossas paróquias possam abolir totalmente, de suas festas, a venda de bebidas alcoólicas».Se se pudesse brincar com assuntos sérios – mas não convém, até mesmo para não fugir do problema –, eu começaria dizendo que nasci em Bento Gonçalves, a cidade que diz produzir o melhor vinho da América Latina! Acrescentaria que o primeiro milagre operado por Jesus aconteceu exatamente numa festa de família, ocasião em que transformou em torno de 500 litros de água em vinho – e do bom, como se apressa a esclarecer o Evangelho. Para seus adversários, Jesus não passava de um «glutão e bebedor de vinho» (Lc 7,34). Por sua vez, São Paulo não hesitou em dar um conselho inesperado ao bispo Timóteo: «Deixa de beber somente água; toma um pouco de vinho para facilitar a digestão e superar tuas freqüentes doenças» (1Tm 5,23). Mas, como se sabe, a Bíblia é um oceano infinito, onde cada um pesca o que quer. Por isso, se nela encontramos elogios ao vinho, há também inúmeras páginas que o condenam veementemente. Para não cansar o leitor, cito apenas São Paulo, o mesmo que aconselhou Timóteo a não beber apenas água. Aos fiéis leigos, dizia: «Não vos embriagueis com vinho, o pai da luxúria» (Ef 5,18). Aos eclesiásticos, acrescentava: «O bispo deve ser sóbrio, não dado ao vinho nem violento» (1Tm 3,3). Por fim, às mulheres (pois a embriaguez não é privilégio dos homens), pedia que «não fossem escravas da maledicência e da bebida» (Tt 2,3).Como se percebe, para São Paulo os efeitos perversos do álcool são a luxúria, a violência e a maledicência.Se todos fôssemos adultos e maduros, não haveria problemas. Saberíamos quando beber e quando parar. «Virtus in medio: a virtude está no equilíbrio» repetiam os antigos latinos. Nem sempre a renúncia aos bens criados por Deus é sinal de santidade. Há momentos e situações em que ela é necessária, em vista de um ideal superior; mas, na normalidade do dia-a-dia, Deus pede apenas que deixemos de lado o que impede o crescimento da humanidade. Dado, porém, que a fraqueza humana é grande – o próprio Jesus falou que «o espírito é forte, mas a carne é fraca» (Mt 26,41) – é sempre mais prudente evitar as ocasiões, pois «quem abre um buraco, nele cairá» (Pr 26,27).Infelizmente, há festas religiosas em que se tem a impressão que sua finalidade principal seja o dinheiro, tanto que seu resultado positivo ou negativo é medido pelo número de caixas de cerveja vendidas... Não poucas vezes, seus próprios organizadores são os que incentivam o uso e o abuso do álcool. Não será por isso que algumas dessas festas terminam em brigas e assassinatos – ou seja, exatamente o contrário do motivo pelo qual deveriam existir?Uma síntese do que penso a respeito é dada pelo “Diretório Administrativo Diocesano”, em vigor desde o dia 1° de janeiro de 2004:«Para a sustentação da Diocese e de cada comunidade, em primeiro lugar, deve-se organizar a contribuição normal e permanente dos membros da comunidade através do dízimo. As outras promoções, como campanhas, festas, quermesses, etc., também têm o seu significado e importância, não apenas pelo seu rendimento econômico, mas, sobretudo, pelo seu valor de confraternização e participação do povo.Nestes momentos fortes de confraternização, as comunidades precisam ter o cuidado de não cometer exageros que provoquem maus exemplos ou escândalos, como, por exemplo, o comércio exagerado e sem escrúpulos de bebidas alcoólicas, motivo de constrangimentos em muitas comunidades. Os próprios bailes – a não ser os estritamente familiares – não parecem adequados para congraçar a comunidade e construir o Reino de Deus. Os fins não justificam os meios».


sábado, 29 de novembro de 2008

Advento


O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal.


Origem


A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Espanha, quando no ano 380, o Sínodo de Saragossa prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Na França, Perpétuo, bispo de Tours, instituiu seis semanas de preparação para o Natal e, em Roma, o Sacramentário Gelasiano cita o Advento no fim do século V.
Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os
séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal.
No final do século IV na
Gália (atual França) e na Espanha, tinha caráter ascético com jejum, abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecumenos para o batismo na festa da Epifania.
Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto
escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.
Só mais tarde é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a
liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.
Surgido na
Igreja Católica, este tempo passou também para as igrejas reformadas, em particular à Anglicana, à Luterana, e à Metodista, dentre várias outras. A igreja Ortodoxa tem um período de quarenta dias de jejum em preparação ao Natal.


O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo.
Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se
encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15).
O Advento recorda também o Deus da
Revelação. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos.
O caráter missionário do Advento se manifesta na
Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.
A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.

Espiritualidade do advento


A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.
Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia (volta) do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem Senhor Jesus!
O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.
O Advento também é tempo propício à
conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo, não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, lutando incessantemente contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.
No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus e não dos bens terrenos. Pobreza que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.


Símbolos do Advento

Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento.

A coroa pode ser, colocada ao lado do altar ou em qualquer outro lugar visível. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante até serem acesas as 4 velas no 4° domingo. A luz nascente indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo, brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.

A coroa de advento

Origem: A Coroa de Advento tem a sua origem em uma tradição pagã européia. No inverno, se acendiam algumas velas que representavam ao “fogo do deus sol” com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. Partiam de seus próprios costumes para anunciar-lhes a fé. Assim, a coroa está formada por uma grande quantidade de símbolos:

A forma circular
O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca deve terminar. Além disso, o círculo dá uma idéia de “elo”, de união entre Deus e as pessoas, como uma grande “Aliança”.

As ramas verdes
Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. Bênçãos que nos foram derramadas pelo Senhor Jesus, em sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na sua segunda e definitiva volta.

As quatro velas
As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento. No inicio, vemos nossa coroa sem luz e sem brilho. Nos recorda a experiência de escuridão do pecado. A medida em que se vai aproximando o Natal, vamos ao passo das semanas do Advento, acendendo uma a uma as quatro velas representando assim a chegada, em meio de nós, do Senhor Jesus, luz do mundo, quem dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações a reconciliação tão esperada. A primeira vela lembra o perdão concedido a Adão e Eva. A segunda simboliza a fé de Abraão e dos outros Patriarcas, a quem foi anunciada a Terra Prometida. A terceira lembra a alegria do rei David que recebeu de Deus a promessa de uma aliança eterna. A quarta recorda os Profetas que anunciaram a chegada do Salvador.

As cores das velas do Advento são:Roxa,Vermelha,Brancae verde.
Fonte: Wikipédia

Advento


O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.
Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.
Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.
Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.
Fonte: Canção Nova

terça-feira, 18 de novembro de 2008


Festa de Cristo Rei – Dia do Leigo e da leiga

No último domingo do Tempo Comum, a Igreja celebra a Festa de Cristo, Rei do Universo. Qual é o reino de Jesus Cristo? Poderíamos imaginá-lo sob a forma de um reino terreno, onde os valores como riqueza e poder são os critérios de julgamento? Certamente que não...

Diante de Pilatos, Jesus vai afirmar: o meu reino não é deste mundo (Jo 19, 36). Sim, não pode ser deste mundo um reino que prefere o pobre, o excluído, o cativo. Não pode ser deste mundo o reino onde a justiça é instalada permanentemente, onde o amor ao próximo é a medida de julgamento, onde todos são iguais e merecem as mesmas oportunidades. Por isso o confronto de nossa humanidade com a proposta de Jesus.

Instalar um reino nesses moldes entre nós ainda é um desafio. É desafiador reconhecer Jesus Cristo naquele mais pobre, mais necessitado, naquele que cheira mal ou que nos interpela por justiça. É desafiador pensar em um reino onde todos possam ser iguais, onde o que prevaleça seja o poder de serviço e não o poder autoritário que esmaga o outro.

Saberemos um dia viver assim? Seremos capazes de assumir esta proposta em toda a sua radicalidade? Seremos, nós, ativos construtores dessa nova ordem? Este é o convite que a festa de Cristo Rei nos faz. Que saibamos responder afirmativamente a ele. Que possamos reconhecer em Jesus Cristo o convite à implementação de um novo reino e que sejamos seguidores fiéis de um rei de amor e de bondade.

Junto com a festa de Cristo Rei, celebra-se também o Dia do Leigo e da Leiga. Vocação especial, muitas vezes esquecida (tendemos a acreditar que vocacionados são somente os sacerdotes e freiras), ser leigo ou leiga no mundo de hoje é um permanente desafio. Desafio de vida e testemunho: como ser do mundo, sem ser do mundo, como nos conclama São Paulo? Leigos e leigas ocupam importantes ministérios na vida da Igreja e assumem sua vocação particular de constituir família – e aceitar com generosidade a vocação matrimonial que Deus lhes dá. Assumem a vocação de atuar profissionalmente com ética, dedicação e diferencial positivo no sentido de ser uma pessoa diferente no meio de tantas. Assumem vocação missionária, dedicando-se muitas vezes solitariamente ao outro mais necessitado. Enfim, leigos e leigas assumem o grande desafio de serem pedras vivas da Igreja, trabalhadores do reino que Cristo Rei vem implementar.

Texto para oração: Mt 25, 31-46

Fonte:www.amaivos.com.br

Catequese

Homilia da Solenidade de S. Pedro e S.Paulo
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, redentorista


Os pilares da fé cristã


Jesus “escolheu 12 apóstolos para estarem com Ele e irem evangelizar” (Mc 3,14). É certo que todos eles foram grandes homens. A comunidade fixou mais as figuras de Pedro e Paulo por serem como que uma síntese de tudo o que foi realizado no anúncio do Evangelho. Sua pregação sempre se fundou sobre Jesus, a pedra angular (Mt 21,42). Chamamos Pedro e Paulo de pilares porque, em dois mundos diferentes e por caminhos diferentes, realizaram a mesma missão: formar a Igreja de Cristo nos povos.

“Pedro, o primeiro a proclamar a fé, fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel. Paulo, mestre e doutor das nações, anunciou-lhes o Evangelho da salvação” (Prefácio). Pedro é mais conhecido que Paulo. Por outro lado, Paulo é mais apreciado pela palavra que nos deixou. Pedro era o homem simples, arrojado, cheio de toda gama de sentimentos. Paulo é o rabino, teólogo eloqüente, criativo e corajoso. Pedro é popular porque sua vida é como a de muita gente, um homem do povo.

Paulo é mais exigente intelectualmente, sendo mais fácil às pessoas de estudo. É mais fácil falar de Pedro. Mas, na tradição das Igrejas, tanto do Oriente, como do Ocidente, os dois apóstolos sempre foram celebrados juntos. São dois mundos, mas a mesma missão. Rezamos no prefácio: “Ambos trabalharam, segundo sua graça, para reunir a única família de Cristo”. No chamado Concílio de Jerusalém, os apóstolos enfrentaram a situação pastoral e deram uma resposta ousada: são capazes de dividir a Igreja em dois mundos diferentes: de um lado os judeus com sua tradição, do outro os pagãos. Nós tememos tocar em migalhas. Eles dividem entre si a evangelização do mundo. Por que tanta coragem? Não pregavam um rito, um punhado de palavras, mas Jesus que estava vivo e queria a todos vivos. Assim crescem dois galhos frondosos: os filhos Israel e os vindos do paganismo, unidos pela única caridade e a mesma fé. Quanto faz falta à Igreja essa ousadia! Chegaremos lá.


Dois mártires, o mesmo martírio


Pedro foi preso por Herodes que queria matá-lo depois da Páscoa. Foi libertado pelo Anjo. O Senhor mandou seu anjo e o salvou das mãos de Herodes (At 12,1-11). Herodes Agripa I (neto do Herodes do nascimento de Jesus) queria cortar a cabeça da Igreja nascente. O Anjo libertou Pedro. Paulo faz a mesma experiência da presença de Deus: “O Senhor esteve ao meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim e ouvida por todas as nações, e eu fui libertado da boca do leão” (2Tm 4,17). Pedro reconhece a comunidade que participa também destes desafios: “Não vos alarmeis com o incêndio que lavra entre vós” (2 Pd 4,21) - a perseguição. O martírio dos santos é um estímulo à constância na fé e no desejo de testemunhar, pois o Senhor está também conosco.


Comunidades apostólicas


As comunidades dos apóstolos passaram por graves desafios. Os apóstolos os enfrentaram e resolveram. Imaginemos a decisão de criar dois mundos na Igreja: os vindos do judaísmo continuavam com suas tradições, os que vieram do paganismo, construíam seu modo de ser. Hoje, quais são os desafios que estimulam a Igreja? A unidade não está em fazer tudo igual, mas fazer com a mesma fé aquilo que nos difere no mundo. Paulo enfrentou Pedro e corrigiu suas atitudes. Hoje, quem sabe, falta a coragem corrigir os erros para estarmos juntos no essencial e não defendendo pequenas coisas, enquanto o mundo continuando sedento e faminto de Deus. Celebrar Pedro e Paulo é uma festa e um desafio.Leituras: Atos 12,1-11;2Timóteo 4,6-8.17-18; Mateus 16,13-19.

Ficha nº 722 -Homilia da Solenidade de S. Pedro e S. Paulo (29.06.08)

1. Pedro e Paulo se destacam no grupo dos apóstolos como representantes de uma grande ação evangelizadora. São pilares da Igreja, fundada sobre Jesus. Paulo evangelizou o mundo pagão e Pedro, os judeus. Pedro é mais conhecido por ser mais popular. Paulo, mais profundo, teólogo. As Igrejas sempre os celebraram juntos. Eles se fundam no em sua fé e amor a Jesus Cristo.

2. Sua vida dedicada a Cristo levou-os ao martírio. Em seus padecimentos, por causa da pregação, se identificaram com Cristo. Eles têm sempre a certeza de que o Senhor esteve sempre a seu lado. Os cristãos são chamados a viverem a mesma fé, esperança e fortaleza no sofrimento. Sua festa é também um estímulo.

3. As comunidades dos apóstolos passaram por grandes desafios. Enfrentaram e resolveram. Imaginemos a decisão do Concílio de Jerusalém que divide o mundo em duas partes: os judeus e os pagãos, cada um seguindo seu caminho em Cristo. Isso aconteceu, não sem dificuldades. A unidade não está em fazer tudo igual, mas com a mesma fé naquilo em que somos diferentes. Hoje brigamos por pequenas coisas e até nos descuidamos do essencial.


Dois Guerreiros e uma batalha


Pedro e Paulo, por caminhos diferentes, colocam os fundamentos da Igreja sobre a Pedra Angular, Jesus. Trabalharam em mundos diferentes. Pedro juntos aos judeus, e Paulo, junto aos pagãos, formaram a única família de Cristo. Pedro faz a maior profissão de fé: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo”. Por que é grande? Porque lhe foi revelada pelo Pai. Sua fé, dom de Deus, é a resposta de todos nós a Deus. Aí se funda a Igreja que cresce e produz frutos. Nem o inferno inteiro pode vencê-la. O Senhor esteve sempre ao lado de Paulo, por isso combateu o bom combate, completou a corrida e guardou a fé. Jesus deu a Pedro deu as chaves do Reino dos Céus. Todos os que têm fé estão unidos à fé desses homens guerreiros do Reino.

Ofertório

REFLEXÕES SOBRE O OFERTÓRIO

O primeiro grande momento da celebração litúrgica da Eucaristia isto é, da Santa Missa, é formado pela convocação, a Liturgia da Palavra com as leituras, a homilia e a oração universal ou oração dos fiéis.
Em seguida tem início a Liturgia Eucarística.
A apresentação das oferendas (o ofertório): trazem-se então ao altar, por vezes em procissão, o pão e o vinho que serão oferecidos pelo sacerdote em nome de Cristo no sacrifício eucarístico, e ali se tornarão o corpo e o sangue de Cristo este é o próprio gesto de Cristo na Última Ceia, “tomando pão e um cálice”. Esta oblação, só a Igreja a oferece, pura, ao criador, oferecendo-lhe com ação de graças o que provém de sua criação”.
A apresentação das oferendas ao altar assume o gesto de Melquisedec e entrega os dons do criador nas mãos de Cristo, é ele que, em seu sacrifício, leva à perfeição todos os intentos humanos de oferecer sacrifícios.
Desde os inícios, os cristãos levam, com o pão e o vinho para a Eucaristia, seus dons para repartir com os que estão em necessidade, este costume da coleta, sempre atual, inspira-se no exemplo de Cristo que se fez pobre para nos enriquecer:
Os que possuem bens em abundância e o desejam dão livremente o que lhes parece bem, e o que se, recolhe é entregue àquele que preside. Este socorre órfãos e viúvas e os que, por motivo de doença ou qualquer outra razão, se encontram em necessidade, assim como os encarcerados e os hóspedes que chegam de viagem; numa palavra, ele toma sobre si o encargo de todos os necessitados.

(Catecismo da Igreja Católica)

"O ofertório significa a preparação do altar e dos elementos necessários ao Sacrifício Eucarístico.
O pão e o vinho são oferecidos enquanto a assembléia canta algo que deve exprimir oblação, além do pão e do vinho há celebrações nas quais se levam outras dádivas ao altar, destinadas aos irmãos carentes ou símbolos da vida cotidiana dos oferentes. É preciso que através destes gestos se guarde sempre a consciência de que os fiéis se oferecem ou oferecem a sua vida; não assuma este tipo de oferenda o aspecto de cerimônia folclórica."
- "Neste sacramento do pão e do vinho, da comida e da bebida, tudo o que é humano sofre uma singular transformação e elevação."

(João Paulo II - Mistério e culto da Santíssima Eucaristia 7)

- No momento do ofertório oferecemos os "frutos da terra e do trabalho do homem”.
- "O homem, criado a imagem de Deus, participa mediante o seu trabalho na obra do Criador." (João Paulo II)
- Jesus mesmo era homem do trabalho. “Não é ele o carpinteiro?” (Mc 6,2) diziam admirados seus concidadãos de Nazaré.
- "Todo o trabalho, seja ele manual ou intelectual, anda inevitavelmente ligado a fadiga.
O suor e a fadiga, que o trabalho comporta necessariamente na presente condição da humanidade, proporcionam aos cristãos e a todo o homem, dado que todos são chamados a seguir a Cristo, a possibilidade de participar no amor a obra que o mesmo Cristo veio realizar.
No trabalho humano, o cristão encontra uma pequena parcela da cruz de Cristo e aceita-a com o mesmo Espírito de redenção com que Cristo aceitou por nós a sua cruz.
E, graças à luz que, emanando da ressurreição do mesmo Cristo, penetra dentro de nós, descobrimos sempre no trabalho um vislumbre da vida nova, do novo bem, um como que anúncio dos 'céus novos e da nova terra, os quais são participados pelo homem e pelo mundo precisamente mediante o que há de penoso no trabalho’.
O cristão que está atento em ouvir a Palavra de Deus vivo, unindo o trabalho à oração, procure saber que lugar ocupa o seu trabalho não somente no progresso terreno, mas também no desenvolvimento do Reino de Deus, para o qual todos somos chamados pela potência do Espírito Santo e pela palavra do Evangelho."

(João Paulo II - O Trabalho Humano 27)

A celebração eucarística comporta sempre: a proclamação da palavra de Deus, a ação de graças a Deus pai por todos os seus benefícios, sobretudo pelo dom do seu Filho, a consagração do pão e do vinho e a participação no banquete litúrgico pela recepção do Corpo e do Sangue do Senhor. Estes elementos constituem um só e mesmo ato de culto. (Catecismo da Igreja Católica)
Para refletir:
1) Antes do ofertório o celebrante mistura água no vinho a ser consagrado. Esse gesto simboliza a natureza humana unida à natureza divina no mistério da encarnação. Simboliza também a participação dos cristãos na natureza divina, os quais se tornam filhos de Deus pelo Batismo.
A gota d'água que o sacerdote derrama no vinho a ser consagrado simboliza a participação de todos aqueles que se oferecem com o Cristo ao Pai.
2) No momento do Ofertório o fiel deve trazer ao altar seu trabalho, suas alegrias, suas esperanças, enfim, sua vida inteira.
Assim como o pão e o vinho pelo poder de Deus se converterão no Corpo e no Sangue de Jesus, toda a nossa vida será transformada pela ação de Deus se nos entregarmos em Suas mãos.

Ofertório

Chama-se «ofertório» – «tempo ou acção de oferecer» – à parte da Missa em que, depois da Liturgia da Palavra, se preparam o altar e os dons para a liturgia eucarística.
A introdução ao Missal Romano descreve os diversos elementos do Ofertório: a procissão dos dons para o altar, as orações da sua apresentação, a colecta na comunidade, o canto do Ofertório, o incenso, o lavabo e a oração sobre as oblatas (cf. IGMR 72-77).
Esta estrutura conheceu evoluções muito notórias, ao longo da história:
No século II, o testemunho de Justino (na sua Apologia, por volta de 150) descreve este momento de um modo muito simples: apresenta-se, àquele que preside sobre os irmãos, pão e uma taça de água e vinho misturado: depois de o receber, eleva ao Pai de todas as coisas louvor e glória.
Nos séculos seguintes, foram-se desenvolvendo alguns aspectos, sobretudo a procissão dos dons por parte dos fiéis, a coleta em favor da Igreja e dos pobres, cantos de ofertório e várias orações pessoais ou apologias com as quais o sacerdote professa a sua indignidade diante do santo Mistério a que vai presidir.
O Missal de Paulo VI não chama ofertório a este espaço, mas, com mais propriedade, preparação das oferendas ou preparação dos dons, e suprimiu algumas das orações pessoais, como a “Suscipe sancta Trinitas”, diminuindo assim o tom excessivamente ofertorial que se tinha acrescentado a este momento e recordando que a verdadeira oferenda, e, portanto, o ofertório da Missa, não é o do pão e do vinho, mas o do Corpo e do Sangue de Cristo, e isso acontece dentro da Prece Eucarística: «Celebrando, agora, Senhor, o memorial […] nós Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da salvação.»
Por isso também, nas traduções das orações de apresentação do pão e do vinho, se há de evitar traduzir o «offerimus», que aparece em latim, pelo «vos oferecemos», reservando esta expressão para a outra oblação, dentro da Prece Eucarística: aqui usa-se «Vos apresentamos», nas diversas línguas.
Contudo, tem também sentido que o pão e o vinho, frutos da terra e do trabalho, assim como o dinheiro ou outros dons para os pobres e para a Igreja, se apresentem com intenção ofertorial, não só como algo funcional e prático, mas também simbólico, a modo de preparação e de incorporação pela parte dos fiéis à oferenda sacrificial que de si mesmo fez Cristo na cruz e que se atualiza na Eucaristia. Assim, a Igreja, ao mesmo tempo que oferece a Deus Pai, no Espírito Santo, a hóstia imaculada, deseja que os fiéis aprendam a oferecer-se também a si mesmos.
Sem adiantar idéias próprias da Prece Eucarística, exprime-se que, de um modo simbólico, já começa aqui a nossa inserção no ofertório de Cristo e da Igreja. A mesma intenção têm as orações pessoais que ficaram: a da mistura da água e do vinho, o “in spiritu humilitatis” e a do lavabo do sacerdote.
Assim, o pão e o vinho são símbolo dos fiéis e da sua existência, que se une à oferenda de Cristo.


Textos extraídos de diversos “sites” que falam sobre o dízimo e o ofertório, onde muitos, infelizmente não mencionam seus autores.

Por: Claudenir Pinho Calazans

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Quinzena de oração com SANTA RITA



Quinze Quintas-feiras de Santa Rita

Rezar durante as 15 quintas feiras as seguintes jaculatórias, seguidas das orações:

1.Oh poderosa Santa Rita, advogada de toda causa urgente, ouve com benevolência as súplica de um coração angustiado e obtém me a graça de que necessito.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

2. Oh poderosa Santa Rita, advogada dos casos desesperados, certo do poder de sua proteção, recorro a ti.Abençoa a firme esperança de obter pela tua intercessão a graça de que necessito.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

3. Oh poderosa Santa Rita, socorro da última hora, a ti recorro com fé e amor, como meu último refúgio nessa ocasião. Intercede por mim, e eu te bendirei por toda a eternidade.


Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

Oração
Ó poderosa e gloriosa Santa Rita, chamada Santa dos Impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e da desesperação, com toda a confiança no vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus, a Vós recorro no caso difícil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu coração. Obtende-me a graça que desejo, pois, sendo-me necessária a quero. Apresentada por vós a minha oração, o meu pedido, por vós que sois tão amada por Deus, certamente serei atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na terra e no céu a divina misericórdia.


Rezar 1 Pai-nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.