PROCISSÃO E MISSA SOLENE EM HONRA A SANTA RITA DE CÁSSIA
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
sábado, 23 de agosto de 2008
TESTEMUNHO

Me chamo Nair, sou casada a 14 anos com Rogério e temos duas filhas, Jéssica (10 anos) Júlia (6 anos). Participo da Paróquia Santa Rita de Cássia (Capela N. S. Guadalupe) e faço parte da Pastoral do Dízimo
A EXPERIÊNCIA DO DÍZIMO, é algo que vivi muito forte e ainda vivo. No começo do casamento a minha visão do dízimo era assim: quando sobrava dinheiro, eu dava, e como é difícil sobrar dinheiro, eu quase nunca dava o dízimo, era muito infiel nesse ponto.
Um dia tudo começo mudar. Ao entrar na igreja, num momento de solidão, tristeza e sofrimento, me deparei com um cartaz que dizia “DIZIMO É DEPOSITAR SUA CONFIANÇA EM DEUS“, essa frase não me saía mais da cabeça e ao mesmo tempo eu pensava: “Como posso contribuir se não tenho nem para mm? Como fazer essa experiência de confiança em Deus?” Depois de ficar pensando dias naquela frase, resolvi me entregar e acreditar, fiz o que achei correto. Numa conversa com meu pai, veio a decisão final – VOU CONFIAR DE TODO MEU CORAÇÃO. Então fiz a experiência e comprovei o quanto Deus é Fiel. Hoje, antes de pagar minhas contas, primeiro tiro o que é de Deus – Meu Dizimo – e O QUE SOBRA É MEU. Garanto que a sobra é suficiente para cumprir com meus compromissos. Hoje não tenho medo de acreditar, pois sei que Deus me dá tudo o que preciso e, em forma de agradecimento, devolvo o que é Dele. Neste momento que escrevo, estou mais uma vez depositando minha confiança em Deus, pois como disse no inicio é uma experiência que vivi e ainda vivo e sei que no tempo de Deus Ele me dará resposta. Amém.
A EXPERIÊNCIA DO DÍZIMO, é algo que vivi muito forte e ainda vivo. No começo do casamento a minha visão do dízimo era assim: quando sobrava dinheiro, eu dava, e como é difícil sobrar dinheiro, eu quase nunca dava o dízimo, era muito infiel nesse ponto.
Um dia tudo começo mudar. Ao entrar na igreja, num momento de solidão, tristeza e sofrimento, me deparei com um cartaz que dizia “DIZIMO É DEPOSITAR SUA CONFIANÇA EM DEUS“, essa frase não me saía mais da cabeça e ao mesmo tempo eu pensava: “Como posso contribuir se não tenho nem para mm? Como fazer essa experiência de confiança em Deus?” Depois de ficar pensando dias naquela frase, resolvi me entregar e acreditar, fiz o que achei correto. Numa conversa com meu pai, veio a decisão final – VOU CONFIAR DE TODO MEU CORAÇÃO. Então fiz a experiência e comprovei o quanto Deus é Fiel. Hoje, antes de pagar minhas contas, primeiro tiro o que é de Deus – Meu Dizimo – e O QUE SOBRA É MEU. Garanto que a sobra é suficiente para cumprir com meus compromissos. Hoje não tenho medo de acreditar, pois sei que Deus me dá tudo o que preciso e, em forma de agradecimento, devolvo o que é Dele. Neste momento que escrevo, estou mais uma vez depositando minha confiança em Deus, pois como disse no inicio é uma experiência que vivi e ainda vivo e sei que no tempo de Deus Ele me dará resposta. Amém.
Nair dos Santos Dias
domingo, 17 de agosto de 2008
Tetemunho

“TESTEMUNHO DA COMUNIDADE”
Comecei a contribuir com o “dizimo” na Paróquia Santa Rita, em 1980 no dia do batizado do meu filho caçula. Quando o Padre falou sobre o dízimo e que os dizimistas teriam todos os sacramentos sem a cobrança das tradicionais taxas, então comecei a pagar o dízimo, mas não tinha consciência do que era ser dizimista. Um dia cheguei em casa cansada, triste e revoltada, então eu disse para mim mesma: Não vou pagar o dízimo e guardei o dinheiro. Liguei a televisão e estava passando um programa Evangélico, o Pastor estava falando do dízimo. Pensei comigo: A IGREJA VIROU UMA MÁFIA, SÓ SE FALA EM DINHEIRO, Deus não precisa de dinheiro. Nesse momento o Pastor disse “Ei, você aí, que está sentada no sofá, pega sua bíblia católica e leia Malaquias 3,8 e veja o que Deus quer que você faça. Li e vi e fiquei muito feliz. Além do ultimo mês que eu não tinha contribuído, tinha mais alguns meses que estavam atrasados, então fui até a coletora de Dízimo do setor e paguei 2(dois) meses, fiquei devendo mais 6 (seis). Á partir daí comecei a receber uns dinheiros que eu tinha dado por perdido e o dinheiro deu para pagar os 6 meses no valor que eu havia proposto de pagar, ainda sobrou R$ 30,00. Comecei então a falar para todos sobre o dízimo. Hoje sei que contribuindo com o Dízimo, estou dando um pouquinho do muito que Deus me dá. Pago todas as minhas contas e não passo necessidade.
A partir do momento que falei “Senhor Jesus eu quero fazer esta experiência com o Senhor” Minha vida foi transformada em tudo.
Dou os 10% e nunca mais fiquei sem dinheiro, e não tenho dívidas atrasadas.
Você que está lendo este testemunho, Seja também um dizimista de coração aberto e conheça as maravilhas de ser dizimista, pois você estará se desapegando das coisas materiais e amando Jesus.
Aparecida do C. Pardal
Comecei a contribuir com o “dizimo” na Paróquia Santa Rita, em 1980 no dia do batizado do meu filho caçula. Quando o Padre falou sobre o dízimo e que os dizimistas teriam todos os sacramentos sem a cobrança das tradicionais taxas, então comecei a pagar o dízimo, mas não tinha consciência do que era ser dizimista. Um dia cheguei em casa cansada, triste e revoltada, então eu disse para mim mesma: Não vou pagar o dízimo e guardei o dinheiro. Liguei a televisão e estava passando um programa Evangélico, o Pastor estava falando do dízimo. Pensei comigo: A IGREJA VIROU UMA MÁFIA, SÓ SE FALA EM DINHEIRO, Deus não precisa de dinheiro. Nesse momento o Pastor disse “Ei, você aí, que está sentada no sofá, pega sua bíblia católica e leia Malaquias 3,8 e veja o que Deus quer que você faça. Li e vi e fiquei muito feliz. Além do ultimo mês que eu não tinha contribuído, tinha mais alguns meses que estavam atrasados, então fui até a coletora de Dízimo do setor e paguei 2(dois) meses, fiquei devendo mais 6 (seis). Á partir daí comecei a receber uns dinheiros que eu tinha dado por perdido e o dinheiro deu para pagar os 6 meses no valor que eu havia proposto de pagar, ainda sobrou R$ 30,00. Comecei então a falar para todos sobre o dízimo. Hoje sei que contribuindo com o Dízimo, estou dando um pouquinho do muito que Deus me dá. Pago todas as minhas contas e não passo necessidade.
A partir do momento que falei “Senhor Jesus eu quero fazer esta experiência com o Senhor” Minha vida foi transformada em tudo.
Dou os 10% e nunca mais fiquei sem dinheiro, e não tenho dívidas atrasadas.
Você que está lendo este testemunho, Seja também um dizimista de coração aberto e conheça as maravilhas de ser dizimista, pois você estará se desapegando das coisas materiais e amando Jesus.
Aparecida do C. Pardal
segunda-feira, 14 de julho de 2008
TESTEMUNHO
“TESTEMUNHO DA COMUNIDADE”
Minha história de amor com o dizimo começou em meados de 2006, em meio a uma crise financeira doméstica (precisávamos do salário de 2 meses para cobrir as despesas de 1 mês em minha casa).
Eu já dava uma contribuição mensal para a igreja há um bom tempo, mas não era meus 10%, e então, no meio da tormenta, Deus começou a arar a terra do meu coração para receber uma boa semente.
Era impressionante, naqueles dias todas as minhas conversas caíam no assunto do “dizimo”: durante os preparativos para as festividades de Santa Rita, na preparação da procissão de Corpus Christi, em casa, começava falando de um assunto qualquer, acabava em dizimo. E eu fui guardando tudo no meu coração...
Até que, no mês de Junho/2006 quando refletimos sobre dízimo em nossas celebrações, aprouve ao Senhor me fazer participar das missas dominicais em uma paróquia mais próxima de casa, pois meus filhos ficaram adoentados e eu não podia sair com eles por muito tempo. Pois bem, naquelas missas o Padre convidou alguns dizimistas a darem testemunho de suas vidas... e mais uma vez Deus falou e meu coração acolheu seu recado. Foi aí que aceitei o desafio que Deus faz em Malaquias 3,10.
Em Julho recebi um adiantamento do meu 13º Salário que possibilitou quitar as dívidas de minha casa e, imediatamente fiz propósito de dar os 10% no mês seguinte. Deus me sustentou e assim foi feito
Eu digo que a Paróquia Santa Rita é uma extensão da minha casa, portanto nada mais justo do que me importar com sua manutenção e contribuir com o desenvolvimento dos seus trabalhos sociais e de evangelização.
Quanto a situação financeira, posso afirmar que Deus tem me ensinado a administrar os meus 90% de tal maneira que nunca mais faltou dinheiro para o que realmente é necessário a mim e minha família.
Eu passei a olhar o Dízimo como oferta de amor. Amor a Deus, fonte de todo o Bem. Amor a mim e ao próximo, obras primas do Amor.
Este foi o grande milagre do dízimo.
Louvado seja Deus
Silvana Alves Munhoz Mattos
Minha história de amor com o dizimo começou em meados de 2006, em meio a uma crise financeira doméstica (precisávamos do salário de 2 meses para cobrir as despesas de 1 mês em minha casa).
Eu já dava uma contribuição mensal para a igreja há um bom tempo, mas não era meus 10%, e então, no meio da tormenta, Deus começou a arar a terra do meu coração para receber uma boa semente.
Era impressionante, naqueles dias todas as minhas conversas caíam no assunto do “dizimo”: durante os preparativos para as festividades de Santa Rita, na preparação da procissão de Corpus Christi, em casa, começava falando de um assunto qualquer, acabava em dizimo. E eu fui guardando tudo no meu coração...
Até que, no mês de Junho/2006 quando refletimos sobre dízimo em nossas celebrações, aprouve ao Senhor me fazer participar das missas dominicais em uma paróquia mais próxima de casa, pois meus filhos ficaram adoentados e eu não podia sair com eles por muito tempo. Pois bem, naquelas missas o Padre convidou alguns dizimistas a darem testemunho de suas vidas... e mais uma vez Deus falou e meu coração acolheu seu recado. Foi aí que aceitei o desafio que Deus faz em Malaquias 3,10.
Em Julho recebi um adiantamento do meu 13º Salário que possibilitou quitar as dívidas de minha casa e, imediatamente fiz propósito de dar os 10% no mês seguinte. Deus me sustentou e assim foi feito
Eu digo que a Paróquia Santa Rita é uma extensão da minha casa, portanto nada mais justo do que me importar com sua manutenção e contribuir com o desenvolvimento dos seus trabalhos sociais e de evangelização.
Quanto a situação financeira, posso afirmar que Deus tem me ensinado a administrar os meus 90% de tal maneira que nunca mais faltou dinheiro para o que realmente é necessário a mim e minha família.
Eu passei a olhar o Dízimo como oferta de amor. Amor a Deus, fonte de todo o Bem. Amor a mim e ao próximo, obras primas do Amor.
Este foi o grande milagre do dízimo.
Louvado seja Deus
Silvana Alves Munhoz Mattos
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