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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Artigo



O Dízimo Católico

Atualmente algumas comunidades paroquiais descobriram que bingo é uma boa saída para as despesas da sua comunidade.
Estas vivem sempre dependuradas e dependentes desses momentos de arrecadação esporádicos. Não perceberam que estamos no início do terceiro milênio e que a maioria das comunidades paroquiais está fixada nas cidades, que têm outra dinâmica, outra forma de viver. Parece que ainda vivemos na zona rural.

Ainda assim há muitos vestígios de mudanças e de certas transformações nas comunidades. Quando o leigo descobre que o dizimo é uma forma cristã e bíblica de se ter o necessário, ele mudará de comportamento e irá se organizar no sentido de conscientizar seu grupo, sua pastoral, dessa importância na comunidade.

O dizimo representa uma forma diferente de administrar a economia dentro da Igreja. O dízimo é uma forma diferente de se "arrecadar" o dinheiro que se consome na administração de qualquer paróquia.

"Dízimo é partilha. Partilhar não é dar o que sobra. Partilhar é dar o que o outro precisa".

O dízimo é uma forma maravilhosa de fazer uma experiência com Deus Toda a tentativa de se encontrar com Deus é válida, desde que a mesma nasça de uma experiência positiva com o Deus da vida Experimentar Deus é participar de sua comunhão com o povo Experimente e você verá!
Autor: Desconhecido

domingo, 17 de agosto de 2008

Dizimista pessoa de CORAGEM


O dizimista é pessoa de coragem Realmente, o ato de, mês após mês, oferecer o dízimo, torna a pessoa corajosa, porque a perseverança no dízimo requer coragem e muita fé.
Conhecendo a importância do dízimo para a implantação do Reino de Deus nas comunidades, temos forças para dar a Deus o que é propriedade de Deus – o dízimo (Lv 27,30).
Muitas vezes percebemos as forças do mal querendo se apoderar de nós e dizendo-nos ser bobagem oferecer o dízimo, que isso é coisa de “carola”. Aí, precisamos vestir-nos com a armadura do cristão para resistir ao mal.Devemos, em qualquer situação mais difícil, vestir a armadura de Deus e manter-nos inabaláveis no cumprimento de nosso dever: usar a verdade, a justiça, a prontidão para anunciar o Evangelho, e, sobretudo, ter muita fé para anunciar a Palavra de Deus.
Jesus, no Evangelho de Marcos (12,41-44) nos conta e chama nossa atenção para a corajosa oferta da viúva: sentado defronte do cofre das esmolas, Jesus olhava como a multidão depositava dinheiro dentro do cofre. Numerosos ricos depositavam muito. Veio uma viúva pobre que depositou duas moedinhas, alguns centavos. Chamando seus discípulos, Jesus lhes disse: “Em verdade, eu vos digo, esta viúva pobre depositou mais do que todos os que depositavam dinheiro no cofre. Porque todos depositaram tirando do seu supérfluo, ao passo que ela tirou da sua miséria para depositar tudo o que possuía, tudo o que tinha para viver”.
Sigamos o exemplo da viúva e ofereçamos o dízimo que nossa consciência mandar, sem medo ou constrangimento. Pelo contrário, com amor e alegria.
Irmãos, coragem sempre e em tudo! Jesus nos segura no colo.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

DÍZIMO???


O que é o dízimo?

A palavra dízimo significa a décima parte. De cada 100 coisas, eu separo dez. De cada 100 sacos de feijão, ou de cada 100 cabeças de gado, ou de cada 100 Reais, eu separo dez. A décima parte. E o chamado dízimo.
A Bíblia pede estes dez por cento. Deus exige com firmeza esta doação para a comunidade. A Igreja Católica, no Brasil, vendo as necessidades do povo, pede que cada um dê de acordo com seu coração, de acordo com sua consciência. Quem pode dar os dez por cento, deve dar. Quem vai sentir falta, que dê menos. Por princípio, deve-se dar os 10 por cento.
Dízimo não é pagamento. Não é imposto. Não é taxa. É gesto livre de gratidão. Não é esmola. Nem oferta. Dízimo é ato de fé em Deus e de confiança na Comunidade.
“A organização sistemática do Dízimo é verdadeiramente o meio positivo que soluciona o problema financeiro paroquial. Supre todas as necessidades e despesas normais, O que acontece de melhor, porém, é que as pessoas se sentem colaboradoras. E os não colaboradores se sentem seriamente questionados na hora de procurarem seus direitos sem cumprirem seus deveres. Percebe-se aos poucos quem e participante assíduo e quem está à margem da vida da comunidade”.
(Frei Paulina Costella e Frei Iloni Fachesatto - Arenápolis-MT)

A equipe da pastoral do Dízimo não pode ser considerada uma equipe secundária, ou um apêndice. Não se trata de uma equipe com a finalidade de captar recursos para a igreja ou administrar uma obra. Não se trata de um ato meramente financeiro-administrativo dentro de uma comunidade. E, isto sim, um trabalho Pastoral dentro da pastoral de Conjunto. É uma pastoral tão importante quanto a pastoral da Catequese, da Liturgia etc. Se a pastoral do Dízimo não vai bem, todas as outras são prejudicadas. A equipe, portanto, deve ter consciência de que esse é um trabalho pastoral.

Para manter o dizimista é indispensável que a equipe mensalmente preste contas. Elaborar um balancete no final de cada mês e divulgar na comunidade. Não é suficiente colar uma cópia do balancete na porta da Igreja.Mostrar para o povo o que entrou de Dízimo, Oferta, etc e o que saiu.

Todos os meses a equipe vai ao encontro do dizimista num processo de conscientização, de uma catequese permanente sobre o Dízimo. O povo, recebendo a prestação de contas e uma mensagem todos os meses, vai se sentir mais motivado a contribuir, pois está vendo como é aplicado o dinheiro oferecido a Deus através da comunidade.
Se houver na comunidade um boletim informativo, melhor ainda. Seja qual for o instrumento de comunicação não deve ser divulgado só entre os dizimistas, mas entre o povo todo. Quem é dizimista está recebendo a prestação de contas. Quem não é dizimistas estará recebendo um questionamento forte pela sua omissão. Nesse relatório-mensagem, pode constar, quando necessário, uma observação no rodapé, chamando a atenção para alguma necessidade, solicitando que o povo contribua mais e para que reajuste seus dízimos conforme a inflação. Pelo Plano Financeiro o povo conheceu as necessidades. Pelo balancete mensal o povo verificará se está contribuindo com o necessário para cumprir o plano. Se as entradas não estão sendo suficientes, a equipe tem aí um instrumento eficaz para solicitar maior empenho de todos, sem constrangimento.